Ageflor – Associação Gaúcha de Empresas Florestais

Jantar da Apre premia jornalistas e personalidade destaque em Curitiba

O diretor-executivo da Ageflor, Jorge Heineck, representou a entidade no já tradicional jantar comemorativo de fim de ano da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas), no último dia 28 de novembro, em Curitiba, no Restaurante Maggiore, em meio à natureza exuberante do Parque Barigüi. A Apre na ocasião fez um reconhecimento especial ao secretário estadual da Fazenda do Paraná, Norberto Ortigara, que também já ocupou o cargo de secretário estadual da Agricultura e Abastecimento de 2011 a 2023. A noite também foi de conhecer os vencedores do 3º Prêmio APRE de Jornalismo, dedicado a premiar as melhores reportagens produzidas em 2025 sobre o setor de florestas plantadas do Paraná.

Há mais de 40 anos, Norberto Ortigara se dedica ao desenvolvimento do agronegócio paranaense. Ao longo de sua carreira, consolidou o Paraná como referência nacional em produção agropecuária, sustentabilidade e inovação no campo.

O presidente da APRE Florestas, Fabio Brun, afirma que a entidade mantém um diálogo aberto com diversos órgãos do poder público para que a atividade de silvicultura possa se desenvolver e gerar emprego e renda. “Nós reconhecemos em Ortigara um secretário de Estado que faz muito pelo Paraná e conhece os desafios do setor florestal e sua importância para o fortalecimento econômico e social do estado”, disse.

Ao receber o prêmio, Ortigara agradeceu pela premiação e disse que sempre está trabalhando para o desenvolvimento da economia do Paraná. “Meu olhar está sempre voltado para o principal negócio do nosso estado, que é produzir alimentos e fibras, e vocês fazem parte dessa cadeia importantíssima, reconhecida nacional e internacionalmente, com ótimo desempenho e vantagens em relação a outras partes do mundo”, assinalou.

3º Prêmio APRE de Jornalismo

Jornalistas da RPC de Foz do Iguaçu, Jornal Bem Paraná e Rádio Banda B conquistaram os primeiros lugares nas categorias vídeo, texto e rádio, respectivamente, do 3º Prêmio APRE de Jornalismo. A silvicultura é reconhecida como uma das atividades mais sustentáveis do planeta por produzir matérias-primas renováveis de grande impacto positivo nas áreas ambiental e social. Também foram premiados jornalistas da Revista Globo Rural, da Rede Massa Ponta Grossa, da Ric Record Curitiba, do Jornal de Beltrão, da CBN Curitiba e do Portal Mirian Gasparin.

A 3ª edição do Prêmio APRE Florestas de Jornalismo registrou recorde de inscrições, consolidando-se como a principal premiação regional dedicada à divulgação qualificada do setor de florestas plantadas. Criado em 2023, o prêmio é pioneiro no Brasil e inspira, desde então, iniciativas nacionais de valorização do jornalismo especializado. Em 2025, o tema central foi “Florestas Plantadas e Tecnologia”, destacando reportagens que exploraram inovação, sustentabilidade, manejo florestal, pesquisa científica, construção com madeira engenheirada e uso de ferramentas digitais no campo.

O presidente da APRE Florestas, Fabio Brun, ressaltou que a imprensa exerce papel fundamental ao levar ao público informações relevantes sobre o setor florestal. “Agradeço aos jornalistas que dedicaram seu talento em prol do nosso setor. Através do Prêmio APRE de Jornalismo, consolidamos nosso reconhecimento a alguns dos melhores jornalistas que ajudam a escrever a nova história do Brasil”, apontou. 

Ao todo, foram mais de 40 trabalhos inscritos e 37 selecionados para avaliação, avaliados por um júri formado por especialistas do setor florestal, pesquisadores e profissionais de imprensa: Vitor Afonso Hoeflich, Fernando Geraldi, Ailson Loper, Marisa Valério e Antonio Senkovski.

Além das premiações principais, a Embrapa Florestas concedeu sua tradicional Menção Honrosa à jornalista Miriam Gasparin, do portal miriangasparin.com.br – Economia & Negócios, pela reportagem “Drones e tecnologia revolucionam a silvicultura”, que abordou o uso crescente de drones em inventário, mapeamento, identificação de espécies, monitoramento de pragas e prevenção de incêndios, uma tecnologia já amplamente adotada pelas empresas paranaenses.

Vencedores nas categorias Vídeo, Áudio e Texto

Na categoria Vídeo, o 1º lugar ficou com a RPCTV de Foz do Iguaçu (PR), entregue ao jornalista Zito Terres. A reportagem vencedora, exibida na série Acesso Restrito, conduziu o público por todas as etapas da produção de papel e celulose no Paraná, com forte impacto visual e informativo. Além de Terres, a equipe vencedora é formada também por Franciele John, José Roberto Alves e Nestor Lichtenow.

O 2º lugar foi concedido à Rede Massa com a série de reportagens intitulada “Pinus – O Tesouro Verde do Paraná”, que destacou o uso do CLT (Cross Laminated Timber), a força da madeira engenheirada e os avanços da genética florestal.

O prêmio foi entregue ao jornalista Valdir Bezerra, de Ponta Grossa, cuja equipe é formada também por Adriana Justi, Angela Iurk Rosa, Rhuan Fellipe Cachel, Bruno Romualdo, Paulo Marques, Giulia Boiko da Costa Lopes e Ana Paula Ribeiro.

O 3º lugar foi para a RIC RECORD Paraná com a reportagem que abordou a importância econômica da silvicultura e o peso do setor para o PIB do agro paranaense. Para receber o prêmio, subiram ao palco a repórter Anne Beckhauser e o repórter cinematográfico Clemar Malmann. A equipe também é formada por Grasiani Jacomini, Karina Bernardi, Rafaela Moron, Vanessa Fontanella e Jean Carlo Tschannerl.

Na categoria Áudio, a grande vencedora foi a Rádio Banda B com a série de reportagem intitulada “Do machado à inteligência artificial”, que trouxe uma descrição histórica e tecnológica pelo setor florestal e toda sua evolução até os dias de hoje. As jornalistas Francielly Azevedo e Eliane Muiniki receberam o prêmio pela equipe, que também conta com o jornalista Antonio Nascimento.

O 2º lugar foi para a RadioWeb, de Brasília. A jornalista Janaína Oliveira explorou a construção sustentável com madeira engenheirada, destacando o protagonismo do Paraná no tema.

Já o 3º lugar ficou com a Rádio CBN Curitiba, em reportagem realizada pela jornalista Grasiani Jacomini, que analisou a reação do Paraná à crise das tarifas norte-americanas em 2025, mostrando como pesquisa e inovação estão moldando o futuro do setor.

Na categoria Texto, o 1º lugar foi para o veículo Bem Paraná, em matéria assinada pelas jornalistas Lívia Berbel e Luísa Mainardes. A reportagem vencedora destacou como as casas de madeira e o CLT (Cross Laminated Timber) estão transformando o futuro das moradias sustentáveis no Paraná.

O 2º lugar foi para a Revista Globo Rural, com reportagem da jornalista Carolina Mainardes. A matéria apresentou uma narrativa que percorre desde o manejo de florestas de pinus até a construção final com CLT, conectando campo, indústria e inovação.

O 3º lugar ficou para o Jornal de Beltrão, com matéria do jornalista Niomar Pereira, que analisou o impacto de tecnologias como drones, inteligência artificial, sensores e realidade aumentada no manejo florestal e nos novos modelos de negócio.